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sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Mais uma das minhas paixões.....
Chocolate....
Para alguns não representa nada.
Para os apaixonados por ele, um prazer inexplicável.
Um sabor incomparável.
Com morangos, combinação perfeita.
Pode ser amargo, ao leite, branco, meio amargo.
Sendo chocolate, pode ser mousse, bolo, sorvete, cremoso,
bombom, quente ou frio...
Basta ser chocolate.
                      SP, 28-9-12

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Um dos livros que li e que diz por metáforas: APRENDA PELO PRAZER DE APRENDER, NÃO PARA SER MELHOR DO QUE O OUTRO.



Se nossa amizade depende de coisas como espaço e o tempo, então, quando finalmente ultrapassarmos o espaço e o tempo, teremos destruído a nossa fraternidade! Mas, ultrapassado o espaço, tudo que nos resta é Aqui. Ultrapassado o tempo, tudo que nos resta é Agora. E entre Aqui e Agora você não crê que poderemos ver-nos uma ou duas vezes?
Texto retirado do romance - FERNÃO CAPELO GAIVOTA - de Richard Bach, publicado em 1970.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

SAUDADE


Saudade
Dos gracejos de criança
Das horas alegres de conversa
Das reuniões de velhos adolescentes

Saudade
Do riso tímido de um garoto
De um beijo doce
De uma tarde ensolarada

Saudade
das viagens  para qualquer lugar
Do nosso cantinho escondido
Das noites de namorados e passeios

Saudade
Do nosso recanto, naquele chalé
Das horas passadas sozinha com você
Das noites frias de lua cheia

Recordações de um amor tão distante.
                                     SP - 15-4-81

(texto original)


A tarde ensolarada se foi.
Uma semana se passou.
A chuva rapidamente caiu.
E com ela a lembrança de você apareceu.
Sinto o cheiro da terra molhada.
Pelas folhas a água corre.
Corre também no chão.
A chuva é forte.
Sinto uma brisa fria em meu corpo.
Com a chuva, na enxurrada, vão pedras,
areia, folhas, terra, pedaços de galhos,
tudo que ela encontra e pode carregar.
Só não leva a minha saudade.
A saudade de você.
                           TS, 3-11-86
(texto original)




segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Homem Negro

Eu conheci um homem negro
De olhos amendoados
Lábios grossos e carnudos
No final do outono passado.

Um homem negro
Com sorriso de amor
Seu toque como pluma
E me senti menina em seus braços.

Eu conheci um homem negro
No outono passado
Eu com trinta e ele quarenta, éramos tímidos, e namoramos
E eu me senti como uma adolescente em seus braços.

Eu conheci um homem maravilhoso
Passamos o inverno juntos
Trocamos confidências, disse que me amava e eu o amei
E me senti mulher em seus braços.

A primavera chegou
Éramos felizes, nada importava
Fortalecemos esse amor
Mas o verão não chegou para nós.

Eu conheci um homem negro
No outono passado, veio o inverno e a primavera
Mas ele desapareceu no verão
E eu guardei o nosso amor no meu coração.
                     Final do Verão/88

(texto original)

Meu presente de Natal?

Ele veio pela linha telefônica.
Um presente diferente, novo: uma voz rouca, suave gentil, carinhosa, quando quer bem sedutora.
Que faz com que eu volte no tempo e tenha boas recordações (pedaços de vida esquecidos), que surgem em coincidências admiráveis, fazendo duas pessoas mais próximas, sem saber ao certo quem são.
Conhecidas? Não se sabe, ainda.
Mas, como pegadas impressas umas sobre as outras, falaram ou fizeram coisas parecidas, frequentaram ou estiveram nos mesmos lugares e até gostam das mesmas coisas.
Um presente de Natal que faz o coração alegrar-se, sem motivo, os olhos brilharem e a vida...
A VIDA fica mais bonita. SR 4-12-2003
(texto original)

domingo, 23 de setembro de 2012

Um quebra-cabeça pode ser feito com milhões de pecinhas.
Você pode juntá-las de qualquer forma e ele não formará algo dentro de um contexto, serão peças juntadas em um tabuleiro.

Assim eu era, peças juntadas em um tabuleiro, mas de repente as peças estão se unindo, de maneira correta, peça por peça, e eu estou voltando a ser algo, alias, muito mais, ser um todo dentro do contexto do tabuleiro.                    SP 16-7-87.
(texto original)

sábado, 22 de setembro de 2012

= DECLARAÇÃO =

Nunca se esqueça: "Seu amor são lágrimas de felicidade nos olhos da minha vida." Osasco, 22-7-87


(texto original)